17/01/2024 às 19h54min - Atualizada em 17/01/2024 às 22h26min

Doutor Rodrigo Credidio rasga o verbo e fala sobre tantos falecimentos em mesas de cirurgias plásticas

A quantidade de pessoas que perderam a vida na busca de corpos perfeitos

Pan assessoria
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O Brasil ocupa o segundo lugar entre os países que mais realizam cirurgias plásticas no mundo, perdendo apenas para os EUA. Em 2013 ocupou o primeiro lugar, porém devido à crise econômica que o país vem enfrentando desde então vem ocupando a segunda posição com 1,5 milhões de cirurgias realizadas anualmente.

As cirurgias mais realizadas são de colocação de implantes mamários e lipoescultura. Portanto, proporcionalmente o número de mortes se encontra na casa do aceitável.

Porém como já citado sobre as dificuldades financeiras, muitas pessoas recorrem a profissionais desqualificados para realizar procedimentos a baixo custo; associado  às imposições das redes sociais, a estética se tornou uma “corrida de ouro” para obter sempre mais likes e mais engajamento nas redes sociais.

As pessoas estão doentes com a obsessão de sempre procurar um modismo para preencher o “vazio” da sociedade virtual.

Claro que devemos levar em consideração que o Brasil é um país tropical, sendo assim muito quente levando a uma maior exposição do corpo com  roupas curtas e praias sempre muitomovimentadas onde um corpo bonito e torneado geram admiração e quem os possui se sente especial. Portanto uma busca interminável por novidades e facilidades lotam as clínicas de estética e cirurgia plástica.

Porém as pessoas precisam entender que procedimentos e cirurgias promovem riscos e devem ser avaliados por um bom profissional e sempre buscar por segundas opiniões a fim de se evitar possíveis problemas futuros.

Portanto, além de o Brasil ser o segundo país que mais realiza cirurgia plástica no mundo e vários profissionais desqualificados se atreverem a realizar procedimentos estéticos, o terceiro e último motivo que justifica o “porque” de estar havendo tantas mortes ao se realizar procedimentos estéticos, se dá ao fato de que a imprensa é implacável ao noticiar fatalidades relacionadas a procedimentos estéticos pois gera IBOPE. Praticamente todas as fatalidades que são noticiadas são bem divulgadas e de maneira bem repetitiva. 

Mortes em cirurgias de outras áreas da medicina são “aceitáveis”, porém se estiver relacionada à beleza ocorre a difamação do profissional responsável mesmo que não haja culpa do mesmo. A imprensa não distingue se houve um erro ou crime ou se foi uma fatalidade nas mãos de um bom médico, que pode ter sua brilhante carreira arruinada por um repórter que busca um furo de reportagem.

 


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