26/03/2024 às 17h21min - Atualizada em 27/03/2024 às 00h10min

Cursos técnicos auxiliam na inserção rápida no mercado de trabalho; Especialista avalia o cenário no RS

Estado registrou, em 2023, exatos 133.850 estudantes em cursos técnicos. O objetivo no Plano Nacional de Educação é chegar em 315.891 matriculados em 2024;

Deiwerson Damasceno
Divulgação


Doutora em Educação avalia que a modalidade contribui com a economia e que a tendência é de crescimento
 

Sendo uma modalidade educacional que tem a finalidade de preparar para o exercício de profissões, contribuindo para que o cidadão possa se inserir e atuar no mundo do trabalho, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) ainda é desafiadora no Brasil. Essa modalidade abrange desde cursos de qualificação, habilitação técnica e tecnológica, e de pós-graduação, organizados de forma a propiciar o aproveitamento contínuo e articulado dos estudos.
 

Esses cursos técnicos visam facilitar o acesso a vagas melhores no mercado de trabalho e, apesar dos desafios, têm crescido nos últimos anos no país. Segundo dados apresentados no último semestre de 2023 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que abrange nações de Europa, América do Norte e Oceania, além de algumas dos outros continentes, o Brasil aparece com 11% da população entre 15 e 24 anos matriculada em cursos profissionalizantes. Nos membros da OCDE, o percentual é de 37% -mais do que o triplo.
 

No Rio Grande do Sul, segundo o Ministério da Educação (MEC), somadas as redes federal, estadual, municipal e privada, o Estado registrou, em 2023, exatos 133.850 estudantes em cursos técnicos, tendo o Plano Nacional de Educação, como meta, alcançar 315.891 matriculados até o final 2024.
 

Para a docente e diretora da Faculdade Anhanguera de Rio Grande, Cristiane Hoffmann Moreira, administradora, especialista em Metodologias e Gestão para Educação a Distância e doutora em Educação, os cursos técnicos no Rio Grande do Sul refletem uma tendência nacional no Brasil e em muitas partes do mundo, onde a demanda por profissionais qualificados em áreas técnicas específicas é maior.

“Nosso Estado possui uma região diversificada economicamente, com setores como agricultura, indústria, comércio e serviços. Cada um desses setores demanda profissionais com habilidades técnicas específicas. Os cursos técnicos são uma resposta direta a essa demanda, preparando os alunos para preencher lacunas de habilidades e contribuir efetivamente para a economia local", avalia.

A docente cita ainda, um outro levantamento feito pelo Insper, que indica um crescimento no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro se o país expandisse a quantidade de alunos em cursos de Ensino Médio técnico. De acordo com a pesquisa, haveria um impacto positivo entre 1,34% e 2,32% em longo prazo, quando a probabilidade de conseguir uma vaga na educação profissional e tecnológica dobra ou triplica e que esses alunos formados geram maior produção para a economia.

“Devido à sua natureza prática e à demanda contínua por profissionais qualificados em várias áreas técnicas, esses estudantes encontram oportunidades de emprego rapidamente após a conclusão do curso. Esses profissionais desempenham um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do país, e a tendência não apenas é de crescimento desse curso, como também, maior vantagem competitiva em nosso estado”, avalia. 

Cristiane Hoffmann Moreira: Graduada em Administração de Empresas, Especialista em Didática e Metodologia do Ensino Superior e em Metodologias e Gestão para Educação a Distância. Mestrado em Gestão de Informação, Doutorado em Educação e diretora da Faculdade Anhanguera de Rio Grande. 

 

Sobre a Anhanguera

Fundada em 1994, a Anhanguera oferece educação de qualidade e conteúdo compatível com as necessidades do mercado de trabalho por meio de seus cursos de graduação, pós-graduação, cursos Livres, preparatórios, com destaque para o Intensivo OAB (Ordem dos Advogados do Brasil); profissionalizantes, nas mais diversas áreas de atuação; EJA (Educação de Jovens e Adultos) e técnicos, presenciais ou a distância, visando o conceito lifelong learning, no qual proporciona acesso à educação em todas as fases da jornada do aluno. São mais de 15 mil profissionais e professores entre especialistas, mestre e doutores.

Além disso, a instituição presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola, na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas. A Anhanguera tem em seu DNA a preocupação em compartilhar conhecimentos com toda a sociedade a fim de impactar positivamente as comunidades ao entorno das instituições de ensino. Para isso, conta com o envolvimento de seus alunos e colaboradores a partir de competências alinhadas às práticas de aprendizagem e que contribuem para o desenvolvimento do País.

Com grande penetração no Brasil, a Anhanguera está presente em todas as regiões com 106 unidades próprias e 1.398 polos em todos os estados brasileiros. 

Acesse o site e o blog para mais informações.
 

Assessoria de imprensa - Anhanguera
Deiwerson Damasceno
[email protected]

(11) 98455-3620 

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